sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Ataris e Mobiletes


nos Idos 80 a diversão da molecada passava por Ataris e Mobiletes, conheci uma história de um muleke que trocou um cartucho de Atari por uma volta de Mobilete.
Idiotas existem em qualquer época.
Mas você que não é um deles não vai perder essa festa.
Promoção: Troque um cartucho de Atari funcionando por seu ingresso na festa!

Divulgação

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

João Penca e seus miquinhos amestrados


O João Penca foi uma das bandas mais atípicas do rock brasileiro dos anos 80. Enquanto seus colegas buscavam se atualizar com a new wave e os teclados do tecnopop, esses músicos cultivavam um tipo de som bastante fora de rota, que juntava no mesmo saco surf music, rockabilly, jovem guarda, com um toque de picardia tipicamente carioca. A banda de Selvagem Big Abreu, Bob Gallo e Avelar começou acompanhando Eduardo Dusek no disco Cantando no Banheiro. De suas fileiras, fez parte incialmente o goiano Léo Jaime, autor do Rock da Cachorra, que logo saiu em carreira solo (ainda bem).
O primeiro disco do João Penca, Os Maiores Sucessos de... saiu em 83 pela Ariola
Apesar da ingenuidade de algumas letras (o que parecia ser mais uma reverência à jovem guarda do que outra coisa), o som do João Penca foi um dos que menos envelheceu entre as bandas do Rock Brasil 80. Impecáveis corinhos em estilo doo-wop e um extremo bom gosto nos arranjos ajudaram suas músicas a chegar frescas ao século XXI.

BLITZ


Formado no Rio de Janeiro, em 1980, o grupo foi um dos precursores do Rock nacional. Em 1982, o primeiro compacto, "Você Não Soube Me Amar", alcançou um sucesso estrondoso, logo seguido pelo álbum "As Aventuras da Blitz". Integrado por Evandro Mesquita, guitarra e voz; Fernanda Abreu, backing vocal; Marcia Bulcão, backing vocal; Ricardo Barreto, guitarra; Antônio Pedro Fortuna, baixo; William Forghieri, teclados; e Lobão (depois substituído por Juba), bateria, a Blitz consolidou-se como fenômeno de massa. Dois anos após o lançamento do terceiro LP — “Blitz 3”, de 84 —, a banda se desfez, voltando a se reunir ocasionalmente para shows ou eventos. Em 1997, alguns ex-integrantes se reuniram e gravaram o CD "Línguas" e, em 99, veio outro, intitulado “Últimas Notícias”.
Mais da Blitz em www.blitzmania.com.br

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Atari

Antes do videogame "explodir" em terras tupiniquins (nos anos de 1983 e 1984) já existia uma boa quantidade de videogames "importados" dos EUA e cerca de 95% destes aparelhos eram Ataris. Ele foi lançado lá em 1977 e desde pouco depois começou a aparecer por aqui. O auge dessas "importações" ocorreu entre 1981 e 1982, quando muitos - guardadas as devidas proporções - consoles apareceram por aqui e ocorreu a célebre importação e venda de um lote de Ataris comprados pelos dois grandes magazines da época, o Mappin e a Mesbla. Os consoles foram importados, convertidos para o sistema brasileiro de cor, o PAL-M, e colocados a venda. Obviamente não duraram muito nas prateleiras. E ainda nessa época a indústria nacional começou a acordar para o mercado de videogames. Duas empresas, as quais foram as pioneiras, começaram a fabricar cartuchos nacionais para o Atari: a Canal 3 Indústria & Comércio e a Dynacom Eletrônica. Estava pavimentado o caminho para a entrada em definitivo do videogame no Brasil.

Saiba mais sobre Atari em
www.atari.com.br

Blade Runner

Blade Runner, de Ridley Scott (1986), é um dos filmes cult da década de 1980, mesclando policial noir e ficção-científica na Los Angeles de 2019. Logo na tela abertura, uma apresentação do problema do filme: “No inicio do século XXI a Tyrel Corporation criou os robôs da série Nexus virtualmente idênticos aos seres humanos. Eram chamados de replicantes. Os replicantes Nexus 6 eram mais ágeis e fortes e no mínimo tão inteligentes quanto os Engenheiros genéticos que os criaram. Eles eram usados fora da Terra como escravos em tarefas perigosas da colonização planetária. Após motim sangrento de um grupo de Nexus 6, os replicantes foram declarados ilegais sob pena de morte. Policiais especiais, os blade runners, tinham ordens de atirar para matar qualquer replicante. Isto não era chamado execução, mas sim ‘aposentadoria’.”

Leia mais sobre Blade Runner em www.telacritica.org/bladerunner.htm